O homem que mantinha a auxiliar de enfermagem Lilian Croche refém sob a mira de uma arma no Guarujá, litoral sul de São Paulo, atirou no final da tarde contra a própria cabeça. Ainda não há confirmação se está morto - ele foi levado por um veículo do resgate.

O homem atirou ao perceber a aproximação de policiais. A refém foi libertada e tirada do local em uma ambulância, acompanhada por sua família. Ela passa bem.

Segundo informações preliminares, o homem se chama Jonathan. A auxiliar de enfermagem, de 29 anos, trabalha no Hospital São Luiz, na capital paulista, e mora em Santo André, na Grande São Paulo. Ela estava de férias com o marido e um filho de 8 anos no Guarujá há dois dias e pretendia voltar ao ABC no domingo.

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