Hollywood ressuscita deuses do Olimpo

Depois do lançamento de filmes com temas de histórias em quadrinhos e remakes de produções dos anos 80, Hollywood evocou agora os deuses gregos do Olimpo para seduzir audiências com uma mitologia que, além de épica, demonstrou ser muito rentável.

EFE |

As recentes estreias de "Fúria de Titãs" e "Percy Jackson e o Ladrão de Raios" já arrecadaram US$ 340 milhões em todo o mundo e sua chegadas aos cinemas foi apenas uma antecipação das novas adaptações dos clássicos que estão por vir.

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"Fúria de Titãs": remake de clássico de 1981 revela alta da mitologia nos cinemas


Os estúdios Universal estrearão "Immortals" em novembro de 2011, história sobre o mito de Teseo, o grego que derrotou o Minotauro, com Mickey Rourke e Freida Pinto, além de "God of War", em que um espartano está disposto a tudo para acabar com o deus da guerra.

Já a Warner lançará "The Odyssey", baseado na obra do poeta grego Homero, que narra a viagem de Ulisses de volta à ilha de Ítaca depois da guerra de Tróia.

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Brad Pitt em cena de "Tróia"

O filme terá uma ambientação atual e a Warner quer que Brad Pitt seja o protagonista, que já participou de outra produção milotógica, interpretando Aquiles em "Tróia".

A Fox, por sua parte, ressuscitará em 2011 os argonautas que acompanharam Jasão em sua busca pelo velo de ouro, em "The Argonauts".

Entre os anos 50 e 60 foram feitos vários filmes sobre os mitos gregos, como "Ulisses" (1954), com Kirk Douglas e Anthony Quinn; "Helena de Tróia" (1956), com uma jovem Brigitte Bardot; e várias produções sobre a figura de Hércules, possivelmente o personagem da Antiga Grécia mais vezes retratado pela sétima arte.

"Hercules Unchained" (1959) e "Hércules no Centro da Terra" (1961) são apenas alguns exemplos. Em 1970, Arnold Schwarzenegger deu vida ao personagem em "Hércules em Nova York". Em 1997, foi a vez dos estúdios Disney lançarem "Hércules".

Outro grande sucesso de Hollywood do gênero é "Fúria de Titãs" (1981), que deu origem ao remake atual, que contou com a atuação de Laurence Olivier e Ursula Andress e se tornou um clássico, apesar de seus deficientes efeitos especiais.

Desde então, o interesse pela vida dos deuses gregos e seus conflitos com os humanos caiu em Hollywood, até a aparição de títulos como "Tróia" (2004).

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