Grupo de hackers diz ter atacado mais 500 sites governamentais

Fatal Error Crew, que roubou dados do Exército no dia 18, diz ter derrubado sites de prefeituras e Câmaras Muncipais nesta manhã

Severino Motta, iG Brasília |

O grupo de crackers Fatal Error Crew, que no último dia 18 roubou dados de um site do Exército, alega ter derrubado, nesta manhã, 500 sites de prefeituras e Câmaras municipais no interior do país. Em seu T89witter estão sendo divulgados endereços das páginas que estão fora do ar.

Até o fechamento desta matéria, o grupo havia postado 25 endereços de prefeituras do interior, como Chuí, no Rio Grande do Sul, Cidade do Piauí, no Piauí, Buenopolis, em Minas, além de outros municípios em diferentes Estados.

A reportagem tentou acessar os sites e verificou que os mesmos estavam fora do ar. No twitter (@fatalerrorcrew), o Fatal Error Crew, que diz ser uma dupla de crackers, informou o seguinte: “Para começar nesse feriado, 500 sites dos ladrões down”. O grupo disponibilizou um link na internet, onde listou as páginas que teria hackeado.

Com o ataque, estende-se a crise nos servidores do País. Nesta semana o grupo LulzSecBrazil, o braço nacional o LulzSec, se uniu a outra equipe internacional, o Anonymous, e derrubou o site da presidência da República, do governo brasileiro, da Previdência Social e da Petrobras. O governo disse que, apesar da queda das páginas na internet, nenhum tipo de informação importante foi acessada pelos hackers.

Sobre os ataques deste feriado, o Fatal Error Crew disse que não está numa competição com o LulzSecBrazil para ver quem derruba o maior número de páginas. “Cara competição nenhuma agente do fatal error faz isso a mais de anos... Contra os governos... Só que as vezes temos que mostra nossa força pro governo recuar... LulzSec mandam bem.... Tenho nada contra eles”, disse por email à reportagem um dos integrantes do grupo.

Ele ainda disse que o Fatal Error Crew já invadiu e desfigurou a página inicial de mais de 58 mil sites. Eles mantêm uma página na internet com o registro dos ataques e “fotos” de como ficaram os endereços “pixados”.

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