Quadrilhas especializadas na chamada ¿saidinha de banco¿ aterrorizam quase diariamente clientes que sacam dinheiro de caixas de agências bancárias próximas de estações do metrô em São Paulo.

Após o assalto, bandidos entram na estação mais próxima, onde se misturam à multidão e escapam. Embora a saidinha de banco não seja um crime novo, a forma como ladrões vêm agindo nessas regiões dificulta sua identificação.

Os bancos não se responsabilizam por assaltos cometidos fora das agências e agentes da Companhia do Metropolitano de São Paulo não podem deter os bandidos, uma vez que os crimes ocorrem fora das estações.

 Esse tipo de crime é registrado como roubo pela Secretaria da Segurança Pública e, geralmente, as vítimas não fazem boletim de ocorrência. Esse tipo de crime vem crescendo e é difícil de combater, admite o presidente do Sindicato das Empresas de Segurança Privada de São Paulo (Sesvesp), José Adir Loiola.

A Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) informou que não sabia de assaltos recorrentes perto de estações, mas vai procurar o comando da PM para coibir esses crimes.

O Metrô salientou que já faz um trabalho com a polícia, além de contar com vigias uniformizados e à paisana. Mas pede que usuários que presenciarem situações suspeitas avisem os seguranças. A PM informou que tem conhecimento desse tipo de crime e prometeu passar hoje mais dados sobre ações que vem realizando.

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