Greve de agentes impede visita de familiares a Abadía no presídio de Campo Grande

CAMPO GRANDE - O pai e a mãe do narcotraficante colombiano Juan Carlos Ramirez-Abadía foram impedidos de visitar nesta quinta-feira o filho, que está cumprindo pena no Presídio Federal de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Eles vieram da Colômbia e passaram o dia na porta da penitenciária aguardando autorização para visitar Abadia.

Agência Estado |


EVELSON DE FREITAS/AE
Traficante ficou sem visitas nesta quinta
A espera poderá continuar até segunda-feira, quando os 219 agentes penitenciários do local, terminarão o protesto iniciado hoje contra o rebaixamento de salário da categoria.

A categoria protesta contra a Medida Provisória 431, de 14 de maio de 2008, que reduziu o salário de R$ 4,5 mil para R$ 2,6 mil, e exige a realização de concurso para que sejam preenchidas as vagas na unidade federal de Mossoró (RN).

Na opinião do juiz federal e corregedor do Presídio Federal de Campo Grande, Odilon de Oliveira "os profissionais fizeram um concurso onde foi anunciado um salário e depois esse salário foi cortado, por isso eles têm inteira razão de protestar".

Ele informou que, se na segunda-feira o protesto não terminar, o Depen (Departamento Penitenciário Federal) terá que convocar a Força Nacional e até agentes estaduais para manter a segurança no presídio.


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