Gravadora diz que disco de Carla Bruni é o 3º mais vendido na França

Paris, 17 jul (EFE).- A gravadora Naïve, da cantora e primeira-dama da França Carla Bruni, afirmou hoje que seu último álbum, Comme Si de Rien nÉtait (Como se nada tivesse acontecido, na tradução livre) já estava em terceiro lugar na lista dos mais vendidos logo após ser lançado no mercado.

EFE |

Em comunicado, a gravadora limitou-se a dizer que o disco passou a ocupar o terceiro lugar na lista dos álbuns top na semana entre domingo (6) ao sábado (12), sem precisar o número de cópias vendidas.

Juntamente com o comunicado, saiu na imprensa a informação de que o álbum, lançado no último 11 de julho, não está tendo o êxito esperado.

A cantora e ex-modelo, de 40 anos, que se tornou a terceira esposa do presidente da França, Nicolas Sarkozy, no dia 2 de fevereiro, ainda foi acusada por um desconhecido cantor francês de plagiar o título de seu álbum, o primeiro lançado por Bruni desde que se tornou primeira-dama.

Bruni e Sarkozy já preparam as férias que tirarão a partir do dia 31 de julho. O Ministério da Defesa da França proibiu equipes de sobrevoarem Cap Nègre (sul da França), onde se encontra a casa de veraneio do casal, até o próximo 15 de setembro para protegê-los da curiosidade dos paparazzi, informa o jornal "Le Parisien".

Segundo o jornal, seis dias após ficar disponível para compra, "Comme Si de Rien n'Était" não tinha vendido mais de cinco mil exemplares na "FNAC", uma das principais lojas de discos e livros, que domina um terço do mercado.

Na rede de distribuição "Virgin", as vendas se concentram em duas lojas do centro de Paris, enquanto em algumas cidades de províncias como Metz, Montpellier, Rouen e Estrasburgo não alcançaram nem 50 cópias.

A esta guerra de números sobre o álbum acrescenta-se a acusação de plágio feita pelo cantor Thierry Desseux, que sustenta que o título do disco de Bruni é plágio de um disco que ele produziu em 2003.

Desseux assegura no jornal digital "News de Stars" que Bruni causou a ele um prejuízo artístico e ameaça intitular sua próxima obra de "Quelqu'un m'a dit" (Alguém me disse), mesmo nome da que rendeu à cantora um disco de ouro na França em 2003.

O agente de Bruni, Bertrand de Labbey, rejeitou taxativamente as acusações e lembrou que para o título a cantora inspirou-se em uma foto de seu irmão falecido.

"Quis fazer uma homenagem a ele e ao mesmo tempo flertar com seu nova posição de primeira-dama", afirmou De Labbey.

Segundo o agente, a princípio o álbum iria chamar-se "Le refuge" (O refúgio), mas no final acabou sendo "Comme si de rien n 'etait".

EFE ik/ab/rr

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