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Grampos: delegados defendem ação investigativa da PF

Delegados da Polícia Federal (PF), em nota divulgada hoje por sua associação, rejeitam o que classificam de vinculação da prática criminosa da espionagem clandestina com a legítima atividade investigativa da PF. Na nota, os delegados repudiam também o entendimento de políticos, analistas e dirigentes de entidades representativas da sociedade civil que consideram típicas de um Estado policial as gravações clandestinas supostamente realizados pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

Agência Estado |

Esse entendimento, na avaliação dos delegados, é "uma ilação inaceitável".

"O mais grave é verificar que autoridades públicas tão zelosas na preservação do princípio constitucional da inocência presumida em outras ocasiões, neste caso específico, não só julgaram e condenaram a instituição Abin, seus nobres dirigentes e competentes servidores, mas também tentam imputar à Polícia Federal uma conduta abusiva a merecer varas especializadas do Poder Judiciário", afirma a nota. "Infelizmente, numa completa inversão de valores, o princípio da presunção da inocência é aplicado a criminosos, mas sonegado às instituições de Estado", conclui o informe.

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