Grã-Bretanha luta por dois Ticiano considerados pinturas mais belas do mundo

LONDRES ¿ A Grã-Bretanha lançou uma campanha milionária para tentar manter no país duas obras do pintor Ticiano, que, se chegassem ao mercado, se transformariam nas pinturas mais caras do mundo, informou nesta quinta-feira a Galeria Nacional de Londres.

AFP |

"Diana e Acteão" / Reprodução

"Diana e Acteão" (1558) e "Diana e Calisto" (1559) serão vendidas se não forem arrecadados 200 milhões de dólares para mantê-las no país, indicou a National Gallery, que uniu forças com a National Gallery da Escócia para que as duas obras não saiam do Reino Unido.

Estas obras de Ticiano ¿ que, segundo o pintor britânico Lucien Freud, são as obars mais belas do mundo ¿ fazem parte de uma coleção exibida há mais de meio século no Museu de Edimburgo graças a um empréstimo do proprietário, o duque de Sutherland.

"Diana e Calisto" / Reprodução

O aristocrata anunciou que está disposto a cedê-las à nação por 100 milhões de libras (200 milhões de dólares), o que as galerias britânicas consideram uma pechincha.

No mercado, as duas obras renascentistas, que fazem parte da fabulosa coleção Bridgewater, propriedade do duque, estão avaliadas em 600 milhões de dólares, o que faz delas as mais caras da história.

As duas galerias lançaram um apelo público para arrecadar 100 milhões de dólares antes do final do ano, prazo dado pelo duque para ceder à nação "Diana e Acteão" por este valor.

O aristocrata deu mais quatro anos para a arrecadação de uma soma igual para "Diana e Calisto".

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