Membros da sociedade civil entregaram ontem na Câmara um documento pedindo desmatamento zero até 2015 e ouviram do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, que o Plano Nacional de Mudanças Climáticas vai trazer algumas metas para desmatamento e para energias renováveis, mas que ainda não vai atender às expectativas das organizações. De acordo com Marcelo Furtado, diretor-executivo do Greenpeace e uma das pessoas a ouvir a promessa, se isso for mesmo cumprido, a proposta apresentada há cerca de dois meses para consulta pública pode passar de “lamentável” para algo um pouco mais “vitaminado”, apesar de ainda longe de ter a “amplitude necessária para resolver o problema das mudanças climáticas”, disse.

O plano final será anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na próxima segunda. Trata-se de uma espécie de braço operacional da Política Nacional de Mudanças Climáticas - um projeto ainda em discussão no Congresso que trará as diretrizes sobre como o País lidará com a questão. Uma comissão mista já elaborou um relatório com mais de 250 páginas.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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