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Governo Kirchner entra para a lista negra da SIP

O governo argentino de Cristina Fernández de Kirchner foi incluído na lista negra dos que não respeitam a liberdade de imprensa no continente, assinalou nesta segunda-feira um informe elaborado pela Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP).

AFP |

"A liberdade de imprensa na Argentina continua transitando por um caminho sinuoso, padecendo toda a classe de agravos e desqualificações que dificultam o exercício do jornalismo", sustenta o informe, da comissão de liberdade de imprensa e informação, divulgado hoje no fechamento das deliberações da SIP.

O documento destaca que no dia 25 de novembro passado foi registrada situação de muita tensão entre o governo e a imprensa, quando o sindicato dos caminhoneiros liderado por Hugo Moyano, considerado um líder sindical muito próximo dos Kirchner, "bloqueou as unidades impressoras dos jornais La Nación e Clarín".

Moyano e seu grupo não permitiram a saída dos jornais durante mais de três horas, denunciou a entidade, que reúne os editores e proprietários de jornais das Américas e que se reuniu em Assunção durante quatro dias.

A SIP também disse temer que o governo Kirchner esteja planejando uma lei "que poderia ser utilizada para confrontar os órgãos de imprensa".

Durante a exposição do caso argentino, os participantes do encontro observaram um documentário que resumiu as últimas afrontas públicas do ex-presidente Néstor Kirchner dirigidas contra importantes periódicos argentinos.

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