uso das Forças Armadas na proteção de parques e reservas da Amazônia, a criação de uma Força Nacional de Segurança Ambiental já estava em discussão dentro do governo." / uso das Forças Armadas na proteção de parques e reservas da Amazônia, a criação de uma Força Nacional de Segurança Ambiental já estava em discussão dentro do governo." /

Governo já cogitava Força Nacional para Amazônia

Antes mesmo de o ministro indicado para o Meio Ambiente, Carlos Minc, propor no domingo o http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2008/05/18/amazonia_nao_esta_indefesa_e_nao_vai_virar_carvao_afirma_minc_1316787.htmluso das Forças Armadas na proteção de parques e reservas da Amazônia, a criação de uma Força Nacional de Segurança Ambiental já estava em discussão dentro do governo.

Agência Estado |

Nos moldes da Força Nacional de Segurança, os integrantes da nova força seriam treinados especificamente para atuar nas ações de combate ao desmatamento.

AE
A idéia ganhou força com o teste que vem sendo feito na Operação Arco de Fogo, lançada este ano pelo governo federal para patrulhar a Amazônia e deter o desmatamento. A operação em andamento tem apoio de vários setores e conta também com 300 homens da Força Nacional de Segurança, formada por policiais militares.

Já o uso de militares das Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica) diretamente nas operações de fiscalização e enfrentamento do desmatamento exigiria mudanças na legislação, segundo o ex-consultor jurídico do Ministério do Meio Ambiente Gustavo Trindade.

Para o secretário-geral do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), Pedro Leitão, a proposta de Minc é bem-vinda. As Forças Armadas poderiam ser extremamente úteis no apoio à fiscalização de áreas protegidas. Mas é preciso evitar que elas sejam envolvidas no trabalho de rotina da administração, disse Leitão. Ele avalia, no entanto, que será preciso garantir mais recursos e equipamentos para os militares atuarem nessa função. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".

Encontro com Lula

Carlos Minc disse que levará nesta segunda-feira ao presidente Lula propostas e não exigências para aceitar o convite e assumir a pasta do Meio Ambiente. Mas o secretário admitiu que as conversas que manteve até agora com o presidente Lula o levam a crer que ele vá realmente assumir o ministério. Ressaltou, porém, que as condições necessárias para que possa vir a desempenhar um bom trabalho são ainda maiores dos que a que já foram até então divulgadas pela imprensa.

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