Governo de SP defende contrato para compra de trens

A Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos informou que os contratos com a empresa espanhola Construcciones y Auxiliar de Ferricarriles (CAF), para fornecimento de 57 trens (17 para o Metrô e 40 para a CPTM) “seguem o cronograma estabelecido e as composições já estão sendo fabricadas”. Os recursos foram obtidos por meio de financiamento junto ao Banco Mundial e ao Banco Japonês para Cooperação Internacional.

Agência Estado |

O edital foi publicado no dia 17 de agosto de 2007.

Os beneficiários serão os 5,3 milhões de usuários que utilizam diariamente o sistema metroferroviário, destacou a assessoria de imprensa da Secretaria dos Transportes. O pagamento segue as fases de produção de cada trem - projeto, caixas dos carros, entrega, fornecimento dos manuais -, conforme determinam os contratos. “A CAF atendeu todas as condições de habilitação jurídica, financeira e técnica exigidas e essas condições não sofreram qualquer objeção por parte dos bancos financiadores”, assinala a secretaria.

“Inicialmente, a CAF informou que utilizaria as instalações da fábrica da IESA Montagens, mas depois decidiu instalar fábrica própria em Hortolândia. A Secretaria dos Transportes não se envolve em disputas comerciais entre licitantes e fornecedores.” Uma batalha comercial de R$ 1,66 bilhão - valor da concorrência internacional que o governo de São Paulo realizou em 2007 para compra de 17 trens para o Metrô e outros 40 para a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) - agita os bastidores do Tribunal de Contas do Estado (TCE). A disputa envolve a IESA Projetos, Equipamentos e Montagens S/A, empresa brasileira, e a CAF. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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