Governador do Rio afirma que combate ao crime não vai poupar políticos

RIO DE JANEIRO - O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, disse nesta quinta-feira que o combate ao tráfico de drogas e às milícias continuará e não vai preservar políticos.

Redação com Agência Brasil |

"Não temos nenhuma restrição ao combate. Pode ter ou não ter mandato. Qualquer atitude marginal, contra à sociedade, de onde partir, terá nossa reação", disse em relação ao suposto envolvimento de políticos com esse grupos.

O Ministério Público Federal no Rio de Janeiro acusa o deputado estadual Álvaro Lins (PMDB), ex-chefe da Polícia Civil do Rio, de ser o chefe operacional de uma quadrilha que vendia proteção à máfia dos caça-níqueis e de corrupção na Polícia Civil.

Durante o lançamento da empresa petroquímica Quattor, pela manhã, Sérgio Cabral também voltou a falar sobre a candidatura da cidade do Rio de Janeiro à sede das Olimpíadas de 2016. Segundo ele, no dia 23 de junho o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve anunciar a liberação de R$ 80 milhões para a campanha da capital fluminense.

"Este orçamento é menor do que o das outras cidades concorrentes - Chicago (Estados Unidos), Tóquio (Japão) e Madri (Espanha) -, mas é um bom orçamento para que o Comitê Olímpico, que vai gerir esse recurso, faça seu trabalho."

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