SÃO PAULO - A Prefeitura de São Paulo voltou atrás no corte de 20% que havia feito sobre os serviços de limpeza na cidade. Em agosto, o prefeito Gilberto Kassab anunciou a redução no pagamento às empresas prestadoras de serviços de varrição de R$ 27,5 milhões para R$ 24,5 milhões, o que resultou na demissão de 568 funcionários e na http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/09/21/garis+fazem+greve+em+sao+paulo+em+proteto+contra+demissoes+8553905.html target=_topparalisação de 20% do efetivo nesta segunda-feira.

Além dos funcionários já demitidos, havia outros cerca de 1300, segundo o Sindicato dos Trabalhadores de Limpeza Pública de São Paulo, cujos avisos prévios venceriam nesta quarta-feira. A expectativa do sindicato é que, com a retomada dos recursos, esses trabalhadores sejam mantidos.

O serviço de varrição na cidade de São Paulo é terceirizado e realizado por cinco empresas contratadas: Unileste, Delta Construções, Qualix, Paulitec e Construfert.

A paralisação desta segunda-feira, que teve a adesão de cerca de 1500 garis, foi obrigada a respeitar a lei de greve. Por se tratar de serviço essencial, 80% dos funcionários trabalharam normalmente. 

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