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O ministro da Justiça, Tarso Genro, classificou de um absurdo completo ao negar enfaticamente que, a pedido do juiz Fausto Martins de Sanctis, da 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo, a Polícia Federal tivesse monitorado o gabinete do presidente do Superior Tribunal Federal, Gilmar Mendes, conforme nota publicada hoje na coluna Painel, do jornal Folha de S.Paulo.

Genro disse ter telefonado de manhã ao juiz Sanctis, que negou a informação, tendo ligado depois para o presidente do STF, comunicando a negativa. "Alguém está plantando intrigas para jogar um Poder contra o outro. Se houve grampo, não foi da PF, até porque se houvesse uma ordem de juiz neste sentido, a PF não cumpriria, porque é ilegal", disse Genro, informando ter colocado a perícia da Polícia Federal à disposição de Mendes para averiguar se houve interceptação.

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