BRASÍLIA ¿ O chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), General Félix, evitou comentar as ações do Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST) que saíram pacificamente, nesta quarta-feira, de uma fazenda invadida no interior de São Paulo.

O governo já se manifestou, também o Ministro do Desenvolvimento Agrário. Acho que todos nós concordamos com a posição dele. Essa é uma situação que vem acontecendo sempre. O problema é que alguns grupos se excedem, ponderou o General.

Félix evitou também generalizar os atos de violência, invasão e destruição como praxe do movimento. Não vamos colocar coisas pontuais como coisas fortes. Ameaças são coisas fortes confirmadas por estatísticas. Não há ameaça. A questão é que é um movimento e qualquer movimento social tem seu viés de razão, aponta.

Para o chefe do GSI, muitas vezes, as ações não correspondem com aquilo que deveriam ser de observância estrita de lei de ordem. Esse é um excesso como vem acontecendo em outras áreas. Há excesso de pessoas de grupos e cabe a Justiça corrigir isso, ao Ministério Público. E cabe a esses atores que se encarregarem de solucionar esse tipo de problema, afirma.

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