Gal Costa faz show intimista para milhares de pessoas na Virada

SÃO PAULO - O show de Gal Costa na Virada Cultural conseguiu ser intimista mesmo ao ar livre e diante de milhares de pessoas. A proeza só foi possível graças ao domínio de palco da cantora, e também por causa de sua impressionante performance vocal.

Da Redação do Último Segundo |

Usando jeans e terninho branco e com os cabelos recém-cortados ("gostaram?", perguntou ao público), Gal veio junto apenas de um violonista. Sem outros instrumentos para acompanhá-la, ela contou apenas com sua voz e seu carisma para dominar o público. Foi mais do que suficiente.

No início do show, o repertório misturou Chico Buarque ("Samba do Grande Amor" e "Folhetim", numa versão inesquecível), Caetano Veloso ("Você Não Entende Nada") e Tom Jobim ("Desafinado", "Chega de Saudade").

Depois, Gal fez uma homenagem a sua fase tropicalista, cantando "Baby", "Divino Maravilhoso" e "Vapor Barato", talvez o grande momento noite. Os improvisos vocais no final dessa música provaram que o título de melhor cantora do Brasil é mais que merecido.

O final foi com "Aquarela do Brasil", de Ary Barroso. Ela então deixou o palco, mas os pedidos de bis do público foram tão insistentes que Gal voltou. As duas canções escolhidas para fechar a apresentação foram homenagens especiais a São Paulo: "Trem das Onze", de Adoniran Barbosa, e "Sampa", de Caetano Veloso.

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