RIO DE JANEIRO ¿ Funcionários do estacionamento onde o professor Christóvão Marinho foi assassinado com três tiros prestam depoimento, nesta quinta-feira, na 76ª DP (Niterói). Por enquanto, a polícia ainda não tem pistas sobre os motivos do crime.

Acordo Ortográfico O professor, de 64 anos, era proprietário da rede de colégios Sistema Rei de Ensino, em Niterói e São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio. O empresário foi morto na noite desta quarta-feira em um estacionamento no centro de Niterói.

Segundo a polícia, dois homens encapuzados renderam o vigia do local, por volta das 19h30. Marinho estava aguardando o manobrista pegar seu carro quando foi rendido. O funcionário do estacionamento, que chegava com o veículo, e um motoqueiro também ficaram sob a mira das armas. Logo depois, um dos criminosos disparou três tiros contra a cabeça do professor. O veículo da vítima e uma pasta que ele carregava foram levados. O manobrista e o motoqueiro não sofreram nada.

Durante a madrugada, foram realizadas buscas para encontrar possíveis responsáveis pelo assassinato, mas ninguém foi localizado. Ainda pela madrugada, pessoas ligadas à vítima foram ouvidas. De acordo com os depoimentos, Marinho estaria passando por problemas financeiros decorrentes de dívidas trabalhistas.

O corpo do empresário foi velado na capela Nossa Senhora da Conceição e o enterro aconteceu no cemitério do Maruí, ambos no Barreto, em Niterói. Marinho era irmão do tenente-coronel da PM José Nepomuceno.

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