Após dois dias de julgamento, na quinta e sexta-feira, um júri popular condenou a penas diversas quatro funcionárias que trabalharam em uma clínica de planejamento familiar em Campo Grande (MS), onde foram realizados pelo menos dez mil abortos. Elas respondiam pela participação direta em 25 intervenções, sob orientações da proprietária do estabelecimento, a médica Neide Mota Machado, que em novembro passado cometeu suicídio.

Depois de sua morte, uma psicóloga e três enfermeiras foram responsabilizadas pelos 25 casos restantes da apuração de todos os dez mil denunciados inicialmente. O mesmo júri, formado por quatro mulheres e três homens, inocentou as 25 gestantes que abortaram. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

AE

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