Florianópolis oferece dezenas de praias com cerveja, redes, cangas, caipirinha e brinquedos aquáticos. Muito passeio, diversão, boa comida e nada de preocupação. Certo? Sim, certíssimo, se algumas medidas forem observadas, principalmente quando se trata da proteção de sua família.
Casal toma sol em praia de Florianópolis, onde prefeitura vai instalar aparelhos para informar a quantidade de radiação ultravioleta
Em todas as praias de Florianópolis, os únicos alimentos e bebidas permitidos para venda são milho verde, coco verde, sucos, água, refrigerante, cerveja em lata, coquetéis, caipirinhas e salgados industrializados (alguns destes somente em pontos fixos, quando algum manuseio faz-se necessário). Portanto, queijo coalho, espetinho de camarão, sanduíche natural e quaisquer outros alimentos estão proibidos.
A prefeitura também realiza, todos os anos, uma seleção de candidatos a vendedores ambulantes de alimentos, bebidas, artesanato, aluguel de cadeiras e guarda-sóis. Somente os autorizados é que podem oferecer produtos e serviços à beira-mar. “Neste ano, além de um crachá de identificação, os vendedores vestirão uma camiseta, possibilitando o reconhecimento à distância”, destaca o secretário-executivo de serviços públicos de Florianópolis, Salomão Mattos Sobrinho.
Da mesma forma, os prestadores de serviços de transporte aquático e brinquedos náuticos, como lanchas e barcos, também foram cadastrados. A autorização para os serviços têm validade de dois anos. Segundo o secretário, há fiscalizações por toda a orla, principalmente durante a temporada. Os vendedores irregulares podem levar multas e ter seus produtos apreendidos. Os ambulantes recebem a identificação no dia 1º de janeiro.
Cuidados com o sol
Ainda nesta temporada, Florianópolis terá 24 totens solares – chamados de Ozon-in – distribuídos em parques, praias e vias públicas. “Desta forma, as pessoas saberão qual é a quantidade de radiação ultravioleta naquele local e naquela hora, e saberão, ainda, que fator de proteção solar é o ideal naquele momento”, explica Salomão. “O Sul do País é a região com mais incidência de câncer de pele e, portanto, quanto mais proteção solar, melhor”, adverte.
Nesse caso, vigiar sempre as crianças, tomar bastante água, evitar alimentação pesada e o excesso de bebidas alcoólicas são medidas simples, que também ajudam. E o uso de protetor solar, claro, é item obrigatório para evitar que o bronzeado não se transforme em queimadura, desidratação e insolação.