Filho ficará com Hilma até fim do processo, diz STJ

Ex-jogadora da seleção brasileira de vôlei e ex-marido norte-americano brigam na Justiça pela guarda do filho

Severino Motta, iG Brasília |

A ministra Nancy Andrigui, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), decidiu nesta quinta-feira que a ex-jogadora da seleção brasileira de vôlei, Hilma Aparecida Caldeira, deve ficar com seu filho até o final da disputa judicial com seu ex-marido, o americano Kelvin Birotte.

A briga pela criança K., de quatro anos, nascida nos Estados Unidos, foi iniciada em 2006, quando Birotte, baseado na Convenção de Haia, acusou Hilma por seqüestro internacional de criança. A jogadora deixou aquele país quando o filho tinha um ano de idade.

A decisão do STJ se deu num mandado de segurança apresentado por Hilma depois da Justiça Federal de Minas Gerais ter determinado, no último dia 14, que o filho fosse devolvido ao pai e seguisse com ele para os Estados Unidos.

Além de ingressar no STJ, Hilma também apresentou recurso no Tribunal Regional Federal (TRF). Caberá aquela Corte decidir se o menor ficará sob a guarda do pai ou da mãe. Até lá, Hilma ficará com o filho devido à orientação da ministra Andrigui.

Não fosse a decisão da ministra, acabaria hoje o prazo para Hilma entregar o filho para o pai, que veio ao Brasil para buscar a criança.

Volêi

Hilma foi medalhista de bronze com a seleção brasileira nas Olimpíadas de Atenas em 1996. Começou sua carreira no Minas Tênis Clube, em Belo Horizonte, tendo sido campeã mundial com a seleção brasileira juvenil. 

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