Filarmônica das Américas, um trampolim para jovens artistas americanos

Víctor Martín Nova York, 11 abr (EFE).- A Orquestra Filarmônica das Américas quer ser um trampolim para músicos e compositores do continente americano, como deixou claro com seu concerto Brasileiro!, oferecido em Nova York.

EFE |

Essa jovem orquestra, fundada e dirigida pela mexicana Alondra de la Parra, estreou na última quinta-feira "Brazilian Fanfare", da compositora brasileira Clarice Assad, e "Electric Fan", uma obra composta pelo americano Paul Brantley a pedido da orquestra.

Além disso, interpretou "Bachianas Brasileiras No. 7", de Heitor Villa-Lobos e o "Concerto Caribenho" de Lalo Schiffrin, neste caso com a participação especial da flautista venezuelana María Fernanda Castillo.

"A missão da Filarmônica é dar oportunidades e ser uma plataforma para solistas e compositores emergentes das Américas", explicou hoje sua criadora, em entrevista à Agência Efe.

A orquestra estreou em 2004 no teatro Town Hall, um dos mais antigos de Nova York e, quatro anos depois voltou a esse mesmo auditório, a poucos passos da praça Times Square, mais madura no aspecto musical e com uma bagagem que nem sua criadora se atrevia a sonhar quando concebeu a idéia de juntar jovens talentos para promover a música do continente americano.

A Filarmônica, na qual participam mais de 60 destacáveis alunos de conservatórios nova-iorquinos e jovens profissionais, realizou em 2007 sua primeira viagem por cidades dos EUA, assim como posteriormente a Cidade do México, e este ano se apresentará no Canadá.

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