Fernandes reforça à CPI que se tratava de um dossiê

O deputado Paulo Teixeira (PT-SP) disse na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) dos Cartões que os depoimentos de Andre Fernandes e de José Aparecido à Polícia Federal não desmentem um ao outro. Há um problema na interpretação e na condução política posterior, disse Teixeira.

Agência Estado |

Para ele está claro que o documento que a Casa Civil estava fazendo não é um dossiê. Andre Fernandes, no entanto, reforçou sua interpretação de que se tratava de um dossiê e não de um banco de dados.

"A lista só tem bens exóticos e de luxo", ressaltou. "Se fosse um banco de dados, estariam todas as informações de gastos", completou. Segundo ele, o documento enviado por José Aparecido não tem nenhum gasto corriqueiro, além de contar com um campo para observações.

O deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP) reforçou a avaliação de Andre Fernandes de que o documento enviado opor José aparecido constituía um dossiê e não apenas um banco de dados. Segundo ele, todos os dados que analisou mostravam claramente que as informações eram pinçadas. "Banco de dados é formado por informações genéricas e dossiê é montado com informações pinçadas", disse.

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