Ferido em explosão do Conjunto Nacional continua em estado grave

SÃO PAULO - Um dos feridos com a explosão, na terça-feira, do sistema de ar-condicionado do Conjunto Nacional, localizado na avenida Paulista, continua internado em estado grave na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) de queimados do Hospital das Clínicas (HC). Santo Gales Sobrinho sofreu queimaduras de 1º, 2º e 3º graus, segundo a assessoria do Hospital.

Redação |


O outro ferido, Rildo Elias Soares, sofreu uma fratura exposta na perna direita e foi operado na terça-feira. Soares, que passa bem, teve 15% do corpo queimado e está na UTI de traumas. Não há previsão de alta para os dois.

Segundo a Polícia Militar, os feridos são funcionários terceirizados que faziam a manutenção do aparelho da academia Bio Ritmo. As causas da explosão ainda estão sendo apuradas. 

Simone Oliveira/Internauta iG
Explosão causou tumulto na região


Segundo a polícia, a explosão não atingiu a estrutura do prédio e não há perigo para os freqüentadores do local.

Em nota, o presidente da academia Bio Ritmo, Edgard Corona, e a síndica do Conjunto Nacional, Vilma Perameza, afirmaram que os dois feridos foram atendidos imediatamente pelos seguranças do edifício e encaminhados ao HC pelo Corpo de Bombeiros. O texto informou, ainda, que não houve interrupção no funcionamento do edifício e que a academia voltou às atividades normais por voltas das 15h.


O edifício

Projetado pelo arquiteto David Libeskind e inaugurado no final dos anos 1950, o Conjunto Nacional ocupa toda a quadra delimitada pela avenida Paulista, a rua Augusta, a alameda Santos e a rua Padre João Manoel.

O prédio é, ao mesmo tempo, comercial e residencial, e abriga lojas de roupas, farmácias, agências bancárias, livrarias, cinema, entre outros estabelecimentos comerciais de pequeno, médio e grande porte, além de 47 apartamentos residenciais.

Leia mais sobre: Explosão

    Leia tudo sobre: explosão

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG