A faxineira que encontrou a menina Giovana com vida após ter sido declarada como morta no Hospital e Maternidade Leonor Mendes de Barros, no dia 2, em São Paulo, ainda não foi identificada pela polícia. Os pais da criança foram os únicos ouvidos na investigação.

Os médicos envolvidos no atendimento da mãe, Renata Alves, também prestarão depoimento até o final da semana. A mãe de Giovana deseja conhecer a funcionária que encontrou a menina viva. “Quero dar um abraço nessa mulher. Quero saber quem ela é”, disse Renata.

O hospital informou na tarde de ontem, por meio de nota, que irá investigar o caso. O bebê continua internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital. Seu estado ainda é considerado grave, mas estável. A mãe de Giovana foi ontem ao hospital para visitar a filha. Ela afirmou ainda que não pretende processar o hospital. “Tudo o que importa é ter a menina com saúde.” Com uma gravidez de risco, Renata deu entrada na maternidade já com dilatação. Ela ficou internada por oito dias e teve parto normal. Giovana nasceu por volta das 18h30 do dia 2 de janeiro.

Renata estava com 25 semanas de gestação e Giovana nasceu prematura, pesando 700 gramas. Ela passou por exames, com os quais foi constatado não haver sinais vitais. A caminho do necrotério, uma faxineira notou que a criança se mexia. Segundo a polícia, cerca de quatro horas se passaram entre a declaração de óbito e a constatação de que Giovana estava viva. As informações são do Jornal da Tarde .

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