Faxineira não morreu de dengue em SP, revela exame

Exames feitos pelo Instituto Adolfo Lutz, em Rio Claro, afastaram a possibilidade de dengue, febre amarela, leptospirose, hantavírus e febre maculosa terem sido as causadoras da morte da faxineira Sônia Aparecida Krepschi Dias.

Agência Estado |

Sônia morreu no dia 21 de fevereiro em Araras (a 169 quilômetros de São Paulo). No boletim de ocorrência foram registradas duas causas suspeitas para a morte da faxineira - dengue hemorrágica e pneumonia.

Caso fosse confirmada a morte por dengue hemorrágica, o caso seria o primeiro neste ano no Estado de São Paulo. Como os testes para dengue deram negativo, o grupo de vigilância epidemiológica de Piracicaba vai se reunir em câmara técnica para avaliar o caso. A Secretaria de Saúde de Araras informou, por meio de assessoria, que continuará a investigar as possíveis causas da morte da faxineira.

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