Família quer processar médicos por morte após lipo no HC de SP

A família da dona de casa Adriane Mabi Iafrate, de 35 anos, que morreu após ter passado por lipoaspiração no Hospital das Clínicas (HC), há uma semana, decidiu ontem pedir judicialmente a exumação do corpo para saber o que causou a morte dela. O advogado criminalista Ademar Gomes, contratado pelo marido de Adriane, o comerciante Wagner Iafrate, de 36 anos, vai entrar com o pedido hoje na Justiça.

Agência Estado |

Gomes afirmou também que pretende ingressar com uma ação por danos morais e materiais contra os responsáveis pela cirurgia para pedir a reparação pelo sofrimento causado à família.

O médico José Carlos Faes Silva, que fez as intervenções cirúrgicas em Adriane acredita em fatalidade. Para Silva, tudo indica que ela foi vítima de uma complicação que pode acometer pacientes que se submetem a qualquer tipo de cirurgia. As hipóteses prováveis são embolia gordurosa, tromboembolismo ou pneumonia.

Informações extraoficiais obtidas pelo médico de quem participou do exame necroscópico dizem que os legistas identificaram um comprometimento pulmonar inflamatório no corpo da paciente após a morte. Laudo do Instituto Médico Legal (IML) que vai apontar a causa da morte deve ficar pronto em 30 dias. Além da lipoaspiração, Adriane fez intervenções nos seios, glúteos e lábios vaginais. As informações são do Jornal da Tarde .

AE

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