Família pede punição a acusado de matar usineiro em AL

A família do usineiro Bernardo Oiticica foi às ruas no fim de semana distribuir panfletos sobre o julgamento do acusado pelo assassinato, o próprio primo da vítima. Conclamo a sociedade a comparecer ou acompanhar esse júri, por se tratar de um assassinato cruel, e para que esse crime não fique imune, como muitos outros, disse dona Geni Oiticica, mãe do usineiro.

Agência Estado |

Bernardo foi morto a tiros dentro da Usina Santa Clotilde, em Rio Largo, Alagoas, no dia 25 de abril de 2003.

Após o crime, o réu confesso Francisco Oiticica Quintella Cavalcanti ficou quase dois meses foragido. Orientado por seu advogado, ele se entregou à polícia em junho de 2003, ficando preso no presídio Baldomero Cavalcanti até 24 de maio de 2005, quando foi colocado em liberdade beneficiado por um habeas-corpus concedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O julgamento está marcado para 3 de novembro na Escola da Magistratura, em Maceió.

Para a mãe da vítima, "a morte do Bernardo representa muito mais que a perda de um filho querido - um grande irmão, amigo, um pai que deixou três filhas e foi brutalmente assassinado -, representa a morte prematura de um empresário que recuperou uma usina falida e tinha um potencial enorme para contribuir com o progresso do Estado". "O mais doloroso é que ele (Bernardo) foi morto dentro da usina que conseguir reerguer e por uma pessoa da própria família, por um primo frio e calculista", disse ela, lembrando que o filho completaria 50 anos em 29 de dezembro de 2009.

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