A Guarda Civil Metropolitana (GCM) de São Paulo vai encerrar janeiro sem 44% de todos os coletes à prova de balas da corporação. Sem eles, os agentes não podem executar operações de rua, de acordo com a Lei Municipal 13.

303. A situação é consequência do fim da validade desses equipamentos, que agora precisarão ser destruídos. E, por causa disso, o comando da GCM determinou que os coletes, que antes eram individuais, agora passam a obedecer a um rodízio interno entre os guardas.

Um levantamento ao qual a reportagem teve acesso mostra que 407 desses equipamentos tiveram o prazo de validade vencido no mês passado. Em janeiro, outros 2.672 saem de operação pelo mesmo motivo e estão sendo entregues ao Departamento de Manutenção e Logística (DML) da corporação para serem destruídos.

Por meio de nota, a Prefeitura de São Paulo confirma os vencimentos dos coletes de proteção e o rodízio interno dos equipamentos entre os agentes da Guarda Civil Metropolitana (GCM). Embora afirmasse inicialmente que o levantamento estivesse errado, a nota encaminhada contém os mesmos números obtidos pela reportagem - 407 coletes com a validade vencida em dezembro e outros 2.672 neste mês. A Prefeitura afirma que a prática de rodízio de coletes não é ilegal e que é adotada pelas melhores polícias do mundo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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