Exposição sobre Grace Kelly em Paris ressuscita a eterna princesa de Mônaco

PARIS ¿ A atriz predileta de Alfred Hitchcock, mito do cinema e princesa de Mônaco até sua trágica morte em um acidente de carro em 1982, ressuscita em Paris em uma exposição que a partir de hoje retrata a vida de elegância e lenda assinada por Grace Kelly.

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Um vestido de noiva de cauda generosa com um véu com margaridas, réplica do que a atriz que contracenou com James Stewart, Cary Grant e Ray Milland usou em seu casamento é o ponto final da moda da vida hollywoodiana da mãe do atual príncipe de Mônaco, Albert II.

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Oscar ganho pela atriz em 1956

Era 1956, quando Grace Kelly se casou com o príncipe Rainier, apenas um ano depois de seu trabalho em "Amar é sofrer", de George Seaton, pelo qual ganhou o Oscar de melhor atriz.

"Grace Kelly deu uma elegância única a Mônaco, caracterizada por sua discrição, seu serviço à cultura e sua solidariedade", disse o prefeito de Paris, Bertrand Delanoë, que destacou que todo o universo da musa de "Disque M para matar", de Hitchcock, "é expresso nesta exposição".

Além disso, estão presentes mensagens originais que Grace Kelly recebeu de Hitchcock, James Stewart, David Niven, Peter Sellers, Truman Capote, do Palácio de Buckingham, assim como cartas com assinatura da família Kennedy e Greta Garbo.

Entre os objetos que mais chamam a atenção está a anotação com a disposição dos convidados durante seu casamento na Catedral Saint Nicolas de Mônaco, onde Grace Kelly e Rainier se casaram, além de contratos de filme, fotografias de família e quadros, entre outros.

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