Explosivo usado para ameaçar bancário no RJ era falso

O cinturão de explosivos que foi amarrado ao corpo do tesoureiro do Banco Bradesco Marcelo Camilo Fragoso, de 39 anos, na cidade de São João de Meriti, na Baixada Fluminense, era falso. Fragoso foi feito refém por pelo menos sete homens no final da tarde de ontem, quando estava na estação de trem de Costa Barros.

Agência Estado |

De acordo com a polícia, os seqüestradores levaram o tesoureiro para a casa dele, onde seqüestraram seus dois filhos e a babá, e os levaram para um cativeiro em Nova Iguaçu, também na Baixada.

Os criminosos obrigaram Fragoso a telefonar para a esposa e exigir que ela não acionasse a polícia. A mulher passou mal e foi hospitalizada. Hoje, por volta de 8h15, Marcelo chegou à agência sozinho, com o telefone celular, de onde era monitorado pelos bandidos para que sacasse R$ 600 mil. O crime foi frustrado numa operação conjunta da 64ª Delegacia de Polícia de Vilar dos Teles, da Delegacia Anti-Seqüestro e da Delegacia de Roubos e Furtos. O tesoureiro estava com o suposto cinturão de explosivos amarrado ao corpo e o esquadrão antibombas foi chamado. A polícia também libertou as crianças, de 7 e 12 anos, e a babá. Ninguém foi preso.

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