roubo de sete fuzis 762 do 6º Batalhão de Infantaria Leve do Exército de Caçapava, no interior de São Paulo, foi divulgado nesta quarta-feira. Policiais civis e militares do Exército fizeram buscas pela cidade nesta manhã, assim como a reconstituição do crime." / roubo de sete fuzis 762 do 6º Batalhão de Infantaria Leve do Exército de Caçapava, no interior de São Paulo, foi divulgado nesta quarta-feira. Policiais civis e militares do Exército fizeram buscas pela cidade nesta manhã, assim como a reconstituição do crime." /

Exército divulga retrato-falado de um dos suspeitos de roubo em quartel

SÃO PAULO - O retrato-falado de um dos suspeitos de participar do http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/03/09/bandidos+levam+7+fuzis+de+quartel+do+exercito+em+sp+4620914.htmlroubo de sete fuzis 762 do 6º Batalhão de Infantaria Leve do Exército de Caçapava, no interior de São Paulo, foi divulgado nesta quarta-feira. Policiais civis e militares do Exército fizeram buscas pela cidade nesta manhã, assim como a reconstituição do crime.

Redação com Agência Estado |

Divulgação

Retrato falado de suspeito

O roubo ocorreu durante a troca de turno na noite de domingo, quando cinco homens invadiram a base e renderam dois soldados.

Não podemos dar detalhes das investigações, mas elas seguem em parceria com o Exército, disse o delegado de Caçapava, Neimar Mendes. A polícia já tem suspeitos, e o retrato falado é do único criminoso que tinha o rosto descoberto no momento do roubo.

Depois da reconstituição, cerca de 200 homens do Exército, acompanhados de policiais militares, voltaram a vasculhar ruas nas periferias de São José dos Campos e Caçapava, atrás das armas. O distrito de Eugenio de Melo, em São José dos Campos, teve as entradas bloqueadas pelos soldados. De uniformes do Exército, levados por caminhões e helicópteros, os militares revistavam pessoas, carros e terrenos.

AE
Soldados fazem patrulham São José dos Campos para procurar as armas


A reconstituição do crime e as investigações já nos dão informações sobre os suspeitos e as armas, que ainda estão na região (do Vale do Paraíba), disse o responsável pelo setor de Comunicação do Exército, tenente-coronel José Matheus Ribeiro. Há a suspeita de que o crime tenha sido arquitetado por pessoas que conhecem a rotina militar e sabem onde ficam as armas. Quem organizou o crime conhecia bem aqui, disse.

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