BRASÍLIA - Resultados preliminares dos exames feitos no corpo do empresário sul-africano Willian Charles Erasmus pela Fiocruz descartaram que ele tenha morrido de hepatites virais ou hantavirose. O último exame já havia descartado dengue, malária e ebola para a morte que aconteceu em consequência de febre hemorrágica de causa não identificada, segundo o Ministério da Saúde. http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2008/12/03/nao_ha_motivo_para_alarme_diz_medico_da_fiocruz_sobre_morte_de_sul_africano_no_rio_3103814.html target=_top¿Não há motivo para alarme¿, diz médico da Fiocruz sobre morte de sul-africano no Rio http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2008/12/02/empresario_sul_africano_morre_de_febre_hemorragica_no_rio_3102273.html target=_blankEmpresário sul-africano morre de febre hemorrágica no Rio http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2008/12/04/especialistas_afirmam_que_sul_africano_morto_no_rio_nao_foi_vitima_do_arenavirus_3105549.html target=_topEspecialistas afirmam que sul-africano morto no Rio não foi vítima do arenavírus

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Seguem sendo investigadas as hipóteses de leptospirose e arenavírus e os resultados finais dos exames devem sair no início da próxima semana.

Ampliou para 75 o número de pessoas que estão sendo monitoradas devido à possibilidade de terem tido contato direto com fluidos e secreções (sangue, muco, urina, fezes) do sul-africano. Como prevenção, elas verificam a temperatura corporal duas vezes ao dia e também são observadas ocorrências de outros sinais e sintomas, como dores de cabeça, diarréia, vômitos, pele amareladas, calafrios e dores de garganta. Nenhuma delas apresentou sintomas que indiquem a contaminação até o momento.

Nesta quinta-feira aconteceu, em Brasília, uma audioconferência entre representantes do  Ministério da Saúde, da Organização Pan Americana de Saúde (OPAS) e do hospital em Johannesburgo, na África do Sul, onde o paciente esteve internado para realização de cirurgia ortopédica, de acordo como o Ministério da Saúde.

O ministério informou, ainda, que, nesta conferência, foi discutido o histórico do paciente e informações foram trocadas sobre as quatro pessoas com  arenavírus que morreram no hospital de Johannesburgo. Um quinto paciente, infectado por arenavírus, mas que sobreviveu e recebeu alta recentemente, também foi citado.

O corpo de Erasmus foi cremado no Rio de Janeiro nesta quinta-feira . A decisão da cremação veio por questões de saúde pública.


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