O exame de corpo de delito na jovem de 21 anos, que acusa um policial do Batalhão de Operações Especiais (Bope) de estupro, não apontou vestígios de relação sexual recente ou de violência no corpo da suposta vítima. Apesar do resultado, o diretor de Polícia da Capital, Ronaldo Oliveira, afirmou que continuará investigando se o crime ocorreu durante a mega operação da Polícia Militar no Morro da Mangueira (zona norte), na quarta-feira.

O laudo do Instituto Médico Legal é assinado pela perita Margui Vieira Gomes.

A mulher é ex-companheira de um traficante procurado da Mangueira conhecido como "Quinho" com quem tem dois filhos. Ela registrou queixa que foi estuprada durante uma revista em sua casa no alto do morro.

Policiais do Bope prestaram depoimento e o batalhão forneceu fotos para a identificação do estuprador. Nesta manhã, a suposta vítima repetiu as acusações e disse ser capaz de reconhecer o agressor.

Caso seja comprovado que a jovem mentiu, ela pode ser indiciada por falsa comunicação de crime ou denúncia caluniosa.

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