BERLIM ¿ A atriz americana de origem cubana Eva Mendes não concorda totalmente com sua imagem de mulher bonita e atraente, e diz que não se acha nada sexy e que gostaria de interpretar uma freira.

Em entrevista antecipada hoje pela revista alemã "TV Movie", Eva Mendes, de 35 anos, reclama também que teve que lutar para conseguir um bom papel, já que calcula que "1% dos bons papéis são para mulheres. O resto vai para os homens".

Além disso, denuncia a discriminação racial em Hollywood, onde "há ótimas latinas que não têm oportunidade nenhuma, devido a sua origem".

A atriz de "The Spirit" comenta sua experiência com o diretor alemão Werner Herzog durante as filmagens de "Vício Frenético".

"Foi uma experiência amarga", explica a atriz sobre o trabalho com Herzog, já que relata - com ironia - que "não houve ataques de ira, gritos nem caprichos loucos. Quase foi entediante".

Por fim, comenta que, a fim de se preparar para o papel de prostituta de luxo, se encontrou "com 'callgirls' que recebem seus clientes em apartamentos de luxo. Assim, aprendi muitas coisas".

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