Estudantes do RN pedem liberação da maconha

Em protesto, estudantes pediam: "Arroz, feijão, maconha e educação".

AE |

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Estudantes e professores universitários organizaram nesta sexta-feira uma marcha pela liberação da maconha no Rio Grande do Norte. Cerca de 500 pessoas participaram do evento. A manifestação ocorreu em torno do campus da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, exatamente no último dia da reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). No protesto, os participantes gritavam frases como: "Arroz, feijão, maconha e educação". 

O evento foi organizado pelo Coletivo Cannabis Ativa, criado no Estado potiguar para defender a descriminalização da droga. Leilane Assunção, uma das organizadoras da Marcha da Maconha, argumentou que "a proibição fortalece o crime". "Existe muito preconceito contra quem fuma. Estudos já mostraram que não há nenhum dano ao cérebro", disse a estudante. 

A Marcha da Maconha foi acompanhada de perto por policiais militares que estavam atentos a não permitir o uso, porte, venda ou apologia à droga. Policiais civis, descaracterizados, também foram identificados no movimento. Nos dias que antecederam o evento, a polícia ainda chegou a anunciar que não permitiria o movimento, mas depois foi decidido que a marcha seria realizada com os militares acompanhando de perto.

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