ESTRÉIA-Audrey Tautou interpreta aventureira em comédia francesa

SÃO PAULO (Reuters) - Audrey Tautou, a atriz francesa que ficou famosa pelo papel de Amélie Poulain, estava terminando de atuar em O Código Da Vinci (2006) quando encarou Amar... Não Tem Preço, uma comédia cínica que se inspira claramente em Bonequinha de Luxo (1961). Claramente, a esguia Audrey segue aqui as pegadas de Audrey Hepburn, protagonista daquele filme, dirigido por Blake Edwards e baseado em história do escritor Truman Capote.

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A atriz francesa interpreta Irene, uma jovem aventureira que vive na companhia de velhos homens ricos. Como Jacques (Vernon Dotcheff), homem de negócios que tem a vaidade de andar acompanhado pela bela moça, de quem paga todas as contas, sustentando hábitos ricos, em viagens pela Riviera Francesa e Monte Carlo.

Bem esperta, a moça consegue poupar dinheiro, pensando num futuro tranquilo, para o dia em que seu acompanhante, ou ela, se cansarem deste jogo de aparências.

O elemento-surpresa é um discreto garçom, Jean (Gad Elmaleh). Ele trabalha num luxuoso hotel e é incapaz de dizer não. Por conta disto, ele acumula funções que nada têm a ver com a sua própria, como passear com inúmeros cachorros de estimação dos hóspedes.

Numa noite, ele encontra Irene sozinha, no bar do hotel.

Ela o confunde com um rico hóspede e ele mantém a mentira. Como tem acesso às suítes mais luxuosas do hotel, Jean consegue manter o engano até o dia seguinte.

Mas é uma noite fatal para Irene, que será despachada por Jacques, sem direito a cartão de crédito. E ele leva, como vingança, até as roupas que comprou para ela.

Na rua da amargura, ela vira uma fera contra Jean e não quer mais ouvir falar dele. Um ano depois, eles se reencontram e ela põe para funcionar um plano de vingança. Por conta das artimanhas da sorte, Jean acaba, ele mesmo, tornando-se protegido de uma rica senhora solitária, Madeleine (Marie-Christine Adam).

Agora que estão no mesmo barco, Irene e Jean têm algumas figurinhas para trocar. O tempero da história é romântico e assim se mantém até o final.

(Por Neusa Barbosa, do Cineweb)

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