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Estreia hoje nos cinemas Alvin e Os Esquilos 2

Foi uma surpresa, e até para a empresa produtora e distribuidora Fox. No Natal de 2007, um pequeno filme sobre Alvin e os Esquilos (The Chipmunks) invadiu as telas de todo o mundo e estabeleceu uma ‘esquilomania’ que rendeu US$ 350 milhões nas bilheterias.

Agência Estado |

Alvin e seus amigos já existiam há décadas, mas eram considerados um fenômeno norte-americano. A consolidação como fenômeno ‘global’ levou, naturalmente, ao que é norma em Hollywood. Se um filme faz dinheiro, a primeira coisa em que os produtores pensam é numa sequência.

Estreia hoje "Alvin e os Esquilos 2", com a assinatura da diretora Betty Thomas. É lançamento de férias, voltado ao público familiar e, especialmente, ao infantil, com cópias dubladas. A Fox, que já ocupa mais de 600 salas com o megassucesso "Avatar", de James Cameron, amplia sua participação no mercado brasileiro. Serão 368 cópias, algumas compartilhadas, num total de 378 cinemas. É praticamente metade do mercado exibidor do País nas mãos de uma só major. Para todo lado que você se voltar e não estiver passando "Avatar", pode apostar que sua opção será ver "Alvin 2".

A novidade de "Alvin e os Esquilos 2" é justamente um trio de 'esquilas'. O compositor Dave Saville sofre um acidente, é hospitalizado e precisa despachar Alvin, Simon e Theodore para a casa da tia, mas quem se encarrega do trio é seu primo moderninho, Toby. O cara, totalmente relapso na escola, fica encarregado de controlar as atividades do trio, que também é enviado às aulas.

Só que a popularidade de Alvin e os Esquilos provoca reações - nada que eles não consigam resolver, aplicando um corretivo nos colegas que não aceitam perder espaço para animais(zinhos). Volta Ian, o empresário inescrupuloso do primeiro filme, e desta vez ele encontra um trio de 'esquilas', cada uma mais sexy que a outra. O desfecho ocorre durante um concurso musical entre escolas. A sequência, empurrada pelo êxito do primeiro filme, promete mais números musicais, mais efeitos, incluindo perseguições de moto, helicópteros e até Alvin jogando futebol norte-americano. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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