três toneladas de peixes na Lagoa Rodrigo de Freitas, na zona sul do Rio de Janeiro, na manhã desta sexta-feira. De acordo com a secretária estadual de Ambiente, Marilene Ramos, um conjunto de fatores, como o longo período de insolação e a mudança brusca de temperatura, pode ter propiciado a proliferação da planta, ainda não identificada." / três toneladas de peixes na Lagoa Rodrigo de Freitas, na zona sul do Rio de Janeiro, na manhã desta sexta-feira. De acordo com a secretária estadual de Ambiente, Marilene Ramos, um conjunto de fatores, como o longo período de insolação e a mudança brusca de temperatura, pode ter propiciado a proliferação da planta, ainda não identificada." /

Espécie de alga pode ter causado mortandade de peixes no Rio, diz instituto

Uma espécie de alga pode ter causado a mortandade de cerca de http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2010/02/26/lagoa+rodrigo+de+freitas+registra+alta+mortandade+de+peixes+9410394.html target=_blanktrês toneladas de peixes na Lagoa Rodrigo de Freitas, na zona sul do Rio de Janeiro, na manhã desta sexta-feira. De acordo com a secretária estadual de Ambiente, Marilene Ramos, um conjunto de fatores, como o longo período de insolação e a mudança brusca de temperatura, pode ter propiciado a proliferação da planta, ainda não identificada.

iG Rio de Janeiro |

Segundo a secretária, os laudos técnicos do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) indicam que não houve queda de oxigenação nas águas da lagoa. Para Marilene, o acidente ambiental não tem relação com o fato de a comporta do canal do Jardim de Alah ter sido aberta na quinta-feira passada devido ao rompimento de uma tubulação, causando um despejo de esgoto na praia do Leblon.

A medição indicou que o nível de oxigênio na água está normal. Se houvesse entrada de esgoto, a quantidade de oxigênio teria caído afirmou a secretária.

AE

Peixes mortos nas margens da Lagoa Rodrigo de Freitas, na zona sul do Rio

A gerente de qualidade de água do Inea, Fátima Soares, informou que amostras da água da lagoa foram recolhidas e enviadas para análise. O resultado deve sair em uma semana e vai ajudar na identificação da causa da mortandade dos peixes. Segundo a gerente, a quantidade da alga que pode ter causado acidente estava em 400 mil na segunda-feira e subiu para 1,8 milhão nesta sexta-feira.

Entre as espécies mortas na Lagoa Rodrigo de Freitas estão corvinas, tilápias, bagres, savelhas e baranas ¿ tipo de robalo. Garis da Companhia de Limpeza Urbana (Comlurb) trabalham na área para recolher os peixes, que serão levados para o Aterro Sanitário de Gramacho, na Baixada Fluminense.

Leia mais sobre: peixes

    Leia tudo sobre: peixe

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG