Embelezamento para a pele, cura para a alma e relaxamento para a mente: as qualidades medicinais dos óleos essenciais se destacam entre as aplicações da aromaterapia, considerada a ciência do uso de substâncias aromáticas naturais. Tecnicamente, pouco do que é popularmente chamado de aromaterapia poderia ganhar essa denominação.

"Aromaterapia é a aplicação de óleo essencial, puro ou diluído, por meio de difusão, massagem, banho, fricção, pulverização, compressa, inalações e escalda-pés, com finalidade de tratamento", explica o osmólogo Fernando Amaral, diretor científico da WNF, empresa que produz 18 óleos essenciais e fornece matéria-prima para 6 mil farmácias brasileiras.

Amaral estudou na Suíça e, em 1995, trouxe ao País o conhecimento para a transformação da matéria-prima em "remédio", com direito a farto trabalho de pesquisa e busca de novos ativos na biodiversidade brasileira. Foi dele também a ideia de lançar a Aromagia, uma linha desenvolvida para reunir os produtos que produzem o que ele chama de efeito psicológico do aroma. "A linha Aromagia é baseada no cheiro de planta, é intermediador dos aromas e atua na magia do aroma, que provoca uma sensação. É como o cheiro do abraço do pai, o cheiro de criança", explica o especialista.

AE

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