Escândalos de sexo e drogas atingem estrelas pop de Hong Kong

HONG KONG ¿ Estrelas do pop em cantonês (cantopop) de Hong-Kong transformaram-se numa inesgotável fonte de notícias nas últimas semanas, não exatamente por suas carreiras profissionais, mas por escândalos envolvendo sexo, drogas e tendências suicidas.

EFE |

Há pouco tempo, voltou à tona o escândalo revelado há mais de um ano do cantor e ator Edison Chen, que teve fotos de conteúdo sexual com ex-namoradas roubadas por um técnico que consertava seu computador.

Chen, que participou do filme "Batman - O Cavaleiro das Trevas", mantém sua intenção de não retornar a Hong Kong para preservar sua integridade pessoal, já que sua carreira na ex-colônia britânica parece estar acabada.

Por este motivo, ele depõe à distância, do Canadá, no julgamento contra o técnico acusado de ter divulgado suas fotos.

O processo, que começou em fevereiro, ressuscitou um tema que parecia esgotado, inclusive porque os envolvidos se esconderam das câmeras durante meses.

A cantora Gillian Chung, da dupla "Twins", uma das mulheres que aparece nas imagens com Chen, afirmou há poucos dias em entrevista à emissora "TVB" que a pressão social e a parada brusca em sua carreira a levaram a pensar em suicídio.

A atriz Cecilia Cheung, casada e mãe de um bebê no momento em que as fotos se espalharam na internet, rompeu seu silêncio e atacou Chen por não proteger a privacidade das mulheres com quem manteve relações.

Outro caso que sacudiu nos últimos dias a imagem angelical dos ídolos do "cantopop" atingiu Jill Vidal e Kelvin Kwan, selecionados para campanhas antidrogas em Hong Kong e presos no final de fevereiro no Japão suspeitos de roubo e porte de maconha.

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