BRASÍLIA - A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, evitou avaliar a gravidade da suspeita de que a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) teria comprado equipamento para fazer escutas telefônicas. O que vamos avaliar é todo o quadro da Abin, do grampo, se houve ou se não houve, e dentro deste contexto os equipamentos serão considerados e balanceados, disse.

A aquisição de um aparelho pela Abin para a realização de grampos, atividade proibida à agência, foi revelada, de acordo com o jornal Folha de São Paulo, pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim.

Na manhã desta quarta-feira, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, também evitou dar detalhes sobre o tema, mas pontuou que o aparelho pode tratar-se de equipamento para varredura de escutas e não de execução de gravações de ligações telefônicas.

Sobre atrito com o Supremo Tribunal Federal (STF), que teria sido palco de escutas realizadas pela Abin, Dilma refutou que o mal estar exista. "Não há problemas com o Supremo", enfatizou.

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