BRASÍLIA - O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, refutou a informação de que a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) teria comprado um aparelho para fazer escutas telefônicas. Segundo ele, trata-se de um equipamento para fazer varredura de escutas ambientais.

"A informação que tenho é que seria um equipamento para fazer varredura, para que a Abin fiscalizasse escutas", disse. Ele também rebateu a informação divulgada pela imprensa de que o aparelho teria sido comprado por R$ 500 mil.

A Abin é investigada pela instalação de grampos ilegais contra autoridades, como o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes. A suspeita provocou o afastamento da cúpula da agência por determinação do presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva.

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