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Para sair do noticiário e assim tentar escapar da demissão, o ex-diretor de Recursos Humanos do Senado João Carlos Zoghbi pediu aposentadoria nesta quinta-feira. Ele é investigado por comissão de sindicância que apura a suspeita de que recebeu propina para beneficiar instituições bancárias em operações de empréstimos consignado para servidores da Casa.

Mesmo aposentado, Zoghbi não sai da mira das investigações, que poderão determinar sua demissão e eventual perdas de direitos. No entanto, afastado do Senado, ele pode atuar nos bastidores para garantir sua aposentadoria.

O ex-diretor tornou-se alvo de um inquérito aberto pela Polícia Legislativa do Senado. Ele e os demais envolvidos no suposto esquema de intermediação ilegal de empréstimos consignados - entre eles sua mulher, Denise Zoghbi, e seus filhos - serão chamados nos próximos dias, logo que forem identificados os mecanismos por meio dos quais supostamente teriam recebido R$ 3 milhões em apenas um ano e meio, a título de comissão.

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