Entidades oferecem apoio a baleado em parada gay

Vítima ainda sente fortes dores e está com medo de sair de casa, diz mãe

AE |

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Entidades de direitos humanos ofereceram advogado e tratamento psicológico ao estudante de 19 anos que foi baleado na barriga no Parque Garota de Ipanema, no Arpoador, na zona sul do Rio de Janeiro, após a Parada do Orgulho Gay de Copacabana, na noite de domingo. "A família está avaliando o que fazer. Nossa preocupação agora é com ele, que ainda sente dores e está com medo de sair de casa", disse nesta terça-feira a mãe da vítima.

O jovem acusa três homens vestidos com uma farda do Exército pela agressão. Segundo ele, os militares agrediram fisicamente e verbalmente um grupo de 15 jovens que invadiram o parque para namorar. Em nota, o Comando Militar do Leste negou a agressão.

O caso está sendo investigado pela 14ª Delegacia de Polícia do Leblon. Na quinta-feira, o Exército deve apresentar no distrito policial todos os militares que estavam de plantão na noite de ontem. Dos 30 que trabalham no local, apenas três usam armas.

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