Em discurso de Sarney, plenário vira aula de História

BRASÍLIA - O presidente do Senado, José Sarney, (PMDB-AP), tomou a palavra na sessão plenária desta tarde de segunda-feira para relembrar dois fatos históricos relevantes: os 55 anos da morte de Getúlio Vargas e o centenário da morte Euclides da Cunha no último dia 15 de agosto.

Camila Campanerut, repórter em Brasília |

No discurso de Sarney, durante a sessão, presidida pelo senador Mão Santa (PMDB-PI), o peemedebista relembra a história e carreira política de Getúlio Vargas, que ele denomina como a mais meteórica da história brasileira. Eu me recordo [da data], eu vivi aqueles dias no Rio de Janeiro. Nós da UDN não esperávamos que ele se suicidasse, disse Sarney.

Agência Senado

Logo depois, o senador também comentou a importância da obra do escritor de Os Sertões, para a qual o senador escreveu o prefácio de uma nova edição do livro.  Sarney define o estilo de Euclides da Cunha como inconfundível, forte, diferente de todos, de frases profundas. 

A sessão não contava nem com uma dúzia de senadores durante a fala do presidente do Senado, que em nenhum momento, se comparou aos personagens da história brasileira. Em meia hora de discurso, crise, denúncias e pauta trancada não fizeram parte da fala de Sarney.

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