A Justiça Eleitoral cortou hoje parte da propaganda eleitoral na TV do candidato à Prefeitura de Curitiba pelo PMDB, Carlos Moreira Júnior. A decisão foi tomada como punição pela invasão da candidatura majoritária no tempo dos candidatos proporcionais no primeiro programa televisivo.

A representação foi feita pela coligação "Curitiba, O Trabalho Continua" (PSDB-PDT-PPS-PSB-DEM-PSL-PTN-PP-PR-PRP-PSDC), do atual prefeito e candidato à reeleição, Beto Richa.

Mas, apesar do corte de 75 segundos, ainda sobraram 3 minutos e 28 segundos para o candidato falar de saúde e o governador do Paraná, Roberto Requião, fazer um apelo aos "companheiros peemedebistas" para que participem da campanha. "Nós temos dificuldades, nós não temos a máquina municipal à nossa disposição", destacou. No programa da coligação "Curitiba Para Todos" (PT-PHS-PSC-PTC-PRB-PMN), a candidata Gleisi Hoffmann prometeu resolver os problemas de filas na área de saúde. E novamente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva apareceu para dar seu testemunho.

No programa da coligação "Curitiba, O Trabalho Continua", a entrevistadora Fernanda Richa, mulher do candidato à reeleição Beto Richa, fez suas perguntas ao secretário municipal da Defesa Social, Itamar dos Santos, sobre a segurança pública, mostrando o que já foi feito e apresentando a proposta de ter uma guarda municipal integrada à sociedade. O candidato da coligação "Uma Só Curitiba" (PTB-PRTB), Fábio Camargo, voltou a insistir que será um prefeito para os bairros, enquanto o da coligação "Frente de Esquerdas Curitiba", Bruno Meirinho, repetiu o programa anterior.

O candidato do PC do B, Ricardo Gomyde, apresentou propostas de criar centros de convivência nos 48 clubes amadores da cidade. O do PV, Maurício Furtado, preferiu pedir um pacto pela água, enquanto Lauro Rodrigues, do PT do B, insistiu com a proposta do cartão verde, pelo qual o cidadão terá acesso a serviços e informações da Prefeitura.

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