Em Cuiabá, Dilma rebate críticas da oposição

A ministra-chefe da Casa Civil e pré-candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, não quis falar hoje, em Cuiabá, sobre sucessão presidencial. Eu não estou aqui como candidata, mas como ministra da Casa Civil.

Agência Estado |

Seria inadequado fazer uma declaração como pré-candidata. Seria avançar o sinal legal", disse. No entanto, a ministra rebateu declarações da oposição de que seria fraca de votos e que não saberia administrar. Dilma também rechaçou as acusações de que seu grupo de resistência à ditadura militar "assaltava bancos".

"Tenho muito orgulho da minha participação no movimento de resistência", disse. Ela destacou que na época foi presa e condenada a dois anos de prisão. "Na época muitos saíram do País. Quem ficou foi preso e torturado", afirmou.

"Vários dos atuais lideres oposicionistas saíram do País", observou. A ministra relembrou seus 40 anos de serviço públicos em administrações do Rio Grande do Sul e na administração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Dilma veio a Cuiabá para assinar convênios com prefeituras do Mato Grosso para a construção de casas populares. Foram beneficiados cinco municípios.

O governador Blairo Maggi, que tratou Dilma Rousseff como "presidenta", pediu que ela contemple mais lideranças do Estado com cargos importantes na estrutura do governo federal em um possível governo da petista.

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