Elegância pop no novo álbum da primeira-dama francesa, Carla Bruni

PARIS ¿ O terceiro álbum da primeira-dama francesa Carla Bruni, Comme si de rien nétait (Como se nada tivesse acontecido), que chegará às lojas no dia 21 de julho, se distancia do viés folk de seu início de carreira e é marcado por influências pop dos anos 60 com arranjos elegantes.

AFP |

O selo Naïve, que edita o disco da cantora e esposa do presidente francês Nicolas Sarkozy, organiza desde terça-feira sessões de apresentação do disco para a imprensa em um estúdio de Paris, na presença do produtor do álbum, Dominique Blanc-Francard.

O álbum contém 14 músicas e dura 42 minutos. Carla Bruni é autora de muitas das letras, mas o disco inclui também "La possibilité d'une île" ("A possibilidade de uma ilha"), cuja letra é um poema de Michel Houellebecq; "Péché d'envie" ("Pecado de desejo"), co-escrita com seu ex-namorado Raphaël Enthoven (pai de seu filho); "You belong to me" (tema em inglês cantado por Bob Dylan na trilha sonora original do filme "Natural born killers"); e "Il vecchio e il bambino", canção do autor e compositor anarquista italiano Francesco Guccini.

Algumas das letras foram objeto de várias interpretações, dada a condição de primeira-dama francesa da cantora. Uma delas, a da canção "Tu es ma came" ("Você é minha droga"), que faz um divertido paralelo entre o amor e o vício, provocou na quinta-feira um protesto do chanceler colombiano, Fernando Araujo, após ter sido publicada na imprensa depois da primeira apresentação do álbum.

"Você é minha droga, mais mortal que a heroína afegã, mais perigosa que a branca colombiana", diz o trecho da canção que desencadeou a polêmica.

Blanc-Francard disse nesta sexta-feira que quis um disco "intimista e musical" com "um colorido sixties".

Leia mais sobre: Carla Bruni

    Leia tudo sobre: carla bruni

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG