Em depoimento à comissão de sindicância da Corregedoria da Câmara, o deputado Edmar Moreira (sem partido-MG) admitiu que era dono das duas empresas às quais destinou, do início da legislatura até o final de 2008, R$ 236 mil, conforme apontou levantamento http://congressoemfoco.ig.com.br/Ultimas.aspx?id=26410 target=_topexclusivo do Congresso em Foco.

Na quarta-feira, quando falou por mais de três horas com os colegas que o investigam, o parlamentar também não apresentou provas de que os serviços de segurança particular pagos com o dinheiro da verba indenizatória foram realmente executados.

O depoimento do parlamentar acabou agravando sua situação. A falta de elementos que comprovem a prestação do serviço de vigilância, dá à comissão argumentos para indicar ao corregedor, Antônio Carlos Magalhães Neto (DEM-BA), abertura de processo por quebra de decoro parlamentar. Procedimento que pode levar à cassação do mandato do deputado mineiro.

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